limites
novembro 24, 2008
l`amour
para começar, aqui fica uma curta metragem deliciosa sobre o que é realmente o amor...é genial!http://www.youtube.com/watch?v=E1B8ru6ZVtc
novembro 16, 2007
1. O arquitecto Carrilho da Graça tem em toda a sua obra uma intrínseca relação com o território, acreditando na permanência do conteúdo para além do tempo, mostra como o espaço tratado pela arquitectura não é simplesmente um espaço anteriormente vazio, mas sim um espaço com uma matriz histórica.
Os limites históricos são transportos pela sua obra, no território são encontradas as directrizes de todo um projecto.
Acredito na obra de Arq. Carrilho Graça, como um objecto de estudo para o tema escolhido.
1.1. Sem qualquer dúvida na escolha, edifício!
Primeiro foi o tema, fruto de debates e debates, proposta e recusa, decisão tomada, depois a escolha de "algo", um edifício de Carrilho da Graça, pela sua obra, e depois pelo tratamento que dá ao projecto que desenvolve. Acredito na qualificação de todo o seu espaço envolvente, acredito no limite físico que o arquitecto não cria em toda a sua obra... mas os limites existem só que têm na obra do arq. Carrilho da Graça um tratamento diferente, e foi isso que me motivou a estudar o Pavilhão do Conhecimento do Mares, na Expo 98
Martina
O tema que nos propomos a desenvolver no âmbito da proposta de trabalho desta disciplina centra-se sobre O Limite na Arquitectura.
Entenda-se que debater o tema “O limite na Arquitectura”, nada tem a ver com debater “Arquitectura limite”. O que pretendemos, neste caso, é a relação entre arquitectura, no sentido mais básico de acto intenção, manifestação humana com implicações na definição de lugar, e de limite como condição de lugar, sendo que ambos estão fortemente relacionados, uma vez que sem limite não existe concepção de espaços, e o espaço é o componente principal da arquitectura.
O tema “Limite”, tal como o pretendemos abordar, suscita uma actualização e debate constante no panorama da arquitectura contemporânea.
A constante metamorfose e transitoriedade que se tem observado ao longo da história das formas de ocupação do território, e o quotidiano que, cada vez mais, nos surpreende com espaços de mutação, lugares efémeros, mediáticos, meramente impulsivos, e por vezes virtuais e transitórios, tornando-se até imperceptíveis, faz com que esta questão do limite na arquitectura, e os modo como se traduz, se expressa, seja, cada vez mais um tema de eleição quer á escala do crescimento urbano, quer na materialização de propostas de novas gerações de arquitectos.
Deste modo, pretendemos abordar esta questão do Limite especificando a nossa análise em algumas dualidades:
. Estável (fixo, sem movimento, estático)
Ou
Mutável (que se encontra em constante movimento, alteração formal)
. Formal (no sentido corpóreo, físico, que apresenta forma, dimensão, desenho)
Fenomenológico (aquele que não possui forma, é incorpóreo, assimilado
apenas pelos sentidos)
.Permeável (no sentido material, permite que se deixe avançar, possibilita a
Interacção entre as duas realidades que confina)
Ou
Hermético (fechado, impermeável, não permitindo qualquer transição entre um
E outro lado)
Entenda-se que debater o tema “O limite na Arquitectura”, nada tem a ver com debater “Arquitectura limite”. O que pretendemos, neste caso, é a relação entre arquitectura, no sentido mais básico de acto intenção, manifestação humana com implicações na definição de lugar, e de limite como condição de lugar, sendo que ambos estão fortemente relacionados, uma vez que sem limite não existe concepção de espaços, e o espaço é o componente principal da arquitectura.
O tema “Limite”, tal como o pretendemos abordar, suscita uma actualização e debate constante no panorama da arquitectura contemporânea.
A constante metamorfose e transitoriedade que se tem observado ao longo da história das formas de ocupação do território, e o quotidiano que, cada vez mais, nos surpreende com espaços de mutação, lugares efémeros, mediáticos, meramente impulsivos, e por vezes virtuais e transitórios, tornando-se até imperceptíveis, faz com que esta questão do limite na arquitectura, e os modo como se traduz, se expressa, seja, cada vez mais um tema de eleição quer á escala do crescimento urbano, quer na materialização de propostas de novas gerações de arquitectos.
Deste modo, pretendemos abordar esta questão do Limite especificando a nossa análise em algumas dualidades:
. Estável (fixo, sem movimento, estático)
Ou
Mutável (que se encontra em constante movimento, alteração formal)
. Formal (no sentido corpóreo, físico, que apresenta forma, dimensão, desenho)
Fenomenológico (aquele que não possui forma, é incorpóreo, assimilado
apenas pelos sentidos)
.Permeável (no sentido material, permite que se deixe avançar, possibilita a
Interacção entre as duas realidades que confina)
Ou
Hermético (fechado, impermeável, não permitindo qualquer transição entre um
E outro lado)
organizando pensamentos relativos ao tema
1. Que tipo de limites e que tipo de marcações de espaço existem?
2. Identidade dos espaços... um limite? De que tipo?
3. O limite contribuiu para a qualificação do espaço?
4. Que tratamento para o limite do edifício e/ou espaço público?
5. Terão os casos de estudo referências como limites?
6. Todos os limites referidos anteriormente são de carácter diferenciado, contudo cabe a cada um defino-lo e trata-lo da maneira que lhe parecer mais conveniente no seguimento do seu trabalho.
organizando pensamentos gerais...
1. O Porquê da escolha;
1.1. Espaço público ou equipamento?
2. Análise da localização;
2.1. A importância do contexto.
3. Análise física e morfológica do espaço público e/ou equipamento;
4. Análise funcional do espaço ou equipamento;
1.1. Espaço público ou equipamento?
2. Análise da localização;
2.1. A importância do contexto.
3. Análise física e morfológica do espaço público e/ou equipamento;
4. Análise funcional do espaço ou equipamento;
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