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novembro 16, 2007

O tema que nos propomos a desenvolver no âmbito da proposta de trabalho desta disciplina centra-se sobre O Limite na Arquitectura.
Entenda-se que debater o tema “O limite na Arquitectura”, nada tem a ver com debater “Arquitectura limite”. O que pretendemos, neste caso, é a relação entre arquitectura, no sentido mais básico de acto intenção, manifestação humana com implicações na definição de lugar, e de limite como condição de lugar, sendo que ambos estão fortemente relacionados, uma vez que sem limite não existe concepção de espaços, e o espaço é o componente principal da arquitectura.
O tema “Limite”, tal como o pretendemos abordar, suscita uma actualização e debate constante no panorama da arquitectura contemporânea.
A constante metamorfose e transitoriedade que se tem observado ao longo da história das formas de ocupação do território, e o quotidiano que, cada vez mais, nos surpreende com espaços de mutação, lugares efémeros, mediáticos, meramente impulsivos, e por vezes virtuais e transitórios, tornando-se até imperceptíveis, faz com que esta questão do limite na arquitectura, e os modo como se traduz, se expressa, seja, cada vez mais um tema de eleição quer á escala do crescimento urbano, quer na materialização de propostas de novas gerações de arquitectos.
Deste modo, pretendemos abordar esta questão do Limite especificando a nossa análise em algumas dualidades:

. Estável (fixo, sem movimento, estático)
Ou
Mutável (que se encontra em constante movimento, alteração formal)
. Formal (no sentido corpóreo, físico, que apresenta forma, dimensão, desenho)

Fenomenológico (aquele que não possui forma, é incorpóreo, assimilado
apenas pelos sentidos)
.Permeável (no sentido material, permite que se deixe avançar, possibilita a
Interacção entre as duas realidades que confina)
Ou
Hermético (fechado, impermeável, não permitindo qualquer transição entre um
E outro lado)

organizando pensamentos relativos ao tema

1. Que tipo de limites e que tipo de marcações de espaço existem?
2. Identidade dos espaços... um limite? De que tipo?
3. O limite contribuiu para a qualificação do espaço?
4. Que tratamento para o limite do edifício e/ou espaço público?
5. Terão os casos de estudo referências como limites?
6. Todos os limites referidos anteriormente são de carácter diferenciado, contudo cabe a cada um defino-lo e trata-lo da maneira que lhe parecer mais conveniente no seguimento do seu trabalho.

organizando pensamentos gerais...

1. O Porquê da escolha;
1.1. Espaço público ou equipamento?


2. Análise da localização;
2.1. A importância do contexto.


3. Análise física e morfológica do espaço público e/ou equipamento;


4. Análise funcional do espaço ou equipamento;

limites passados