O tema que nos propomos a desenvolver no âmbito da proposta de trabalho desta disciplina centra-se sobre O Limite na Arquitectura.
Entenda-se que debater o tema “O limite na Arquitectura”, nada tem a ver com debater “Arquitectura limite”. O que pretendemos, neste caso, é a relação entre arquitectura, no sentido mais básico de acto intenção, manifestação humana com implicações na definição de lugar, e de limite como condição de lugar, sendo que ambos estão fortemente relacionados, uma vez que sem limite não existe concepção de espaços, e o espaço é o componente principal da arquitectura.
O tema “Limite”, tal como o pretendemos abordar, suscita uma actualização e debate constante no panorama da arquitectura contemporânea.
A constante metamorfose e transitoriedade que se tem observado ao longo da história das formas de ocupação do território, e o quotidiano que, cada vez mais, nos surpreende com espaços de mutação, lugares efémeros, mediáticos, meramente impulsivos, e por vezes virtuais e transitórios, tornando-se até imperceptíveis, faz com que esta questão do limite na arquitectura, e os modo como se traduz, se expressa, seja, cada vez mais um tema de eleição quer á escala do crescimento urbano, quer na materialização de propostas de novas gerações de arquitectos.
Deste modo, pretendemos abordar esta questão do Limite especificando a nossa análise em algumas dualidades:
. Estável (fixo, sem movimento, estático)
Ou
Mutável (que se encontra em constante movimento, alteração formal)
. Formal (no sentido corpóreo, físico, que apresenta forma, dimensão, desenho)
Fenomenológico (aquele que não possui forma, é incorpóreo, assimilado
apenas pelos sentidos)
.Permeável (no sentido material, permite que se deixe avançar, possibilita a
Interacção entre as duas realidades que confina)
Ou
Hermético (fechado, impermeável, não permitindo qualquer transição entre um
E outro lado)
Entenda-se que debater o tema “O limite na Arquitectura”, nada tem a ver com debater “Arquitectura limite”. O que pretendemos, neste caso, é a relação entre arquitectura, no sentido mais básico de acto intenção, manifestação humana com implicações na definição de lugar, e de limite como condição de lugar, sendo que ambos estão fortemente relacionados, uma vez que sem limite não existe concepção de espaços, e o espaço é o componente principal da arquitectura.
O tema “Limite”, tal como o pretendemos abordar, suscita uma actualização e debate constante no panorama da arquitectura contemporânea.
A constante metamorfose e transitoriedade que se tem observado ao longo da história das formas de ocupação do território, e o quotidiano que, cada vez mais, nos surpreende com espaços de mutação, lugares efémeros, mediáticos, meramente impulsivos, e por vezes virtuais e transitórios, tornando-se até imperceptíveis, faz com que esta questão do limite na arquitectura, e os modo como se traduz, se expressa, seja, cada vez mais um tema de eleição quer á escala do crescimento urbano, quer na materialização de propostas de novas gerações de arquitectos.
Deste modo, pretendemos abordar esta questão do Limite especificando a nossa análise em algumas dualidades:
. Estável (fixo, sem movimento, estático)
Ou
Mutável (que se encontra em constante movimento, alteração formal)
. Formal (no sentido corpóreo, físico, que apresenta forma, dimensão, desenho)
Fenomenológico (aquele que não possui forma, é incorpóreo, assimilado
apenas pelos sentidos)
.Permeável (no sentido material, permite que se deixe avançar, possibilita a
Interacção entre as duas realidades que confina)
Ou
Hermético (fechado, impermeável, não permitindo qualquer transição entre um
E outro lado)
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